Foi a mãe que me disse o nome do pequenito — Kabir — no mercado de Udaipur, quando lhe perguntei se podia fotografá-lo.
Eu caminhava com cuidado, olhando o chão que pisava.
Eu caminhava com cuidado, olhando o chão que pisava.
Quase tudo neste mercado estava pousado no chão, em cima de papéis de jornal ou de caixas rasas de plástico. Foi nestes momentos de precaução que o vi. Estava sentado num pequeno banco de plástico, encostado a uma chapa de zinco ondulado.
Sempre que o fotografava, Kabir voltava o rosto para o lado — mas depois ardia de curiosidade para ver como tinha ficado. Olhava a fotografia durante uns segundos e voltava a virar a cabeça. Não havia nada a fazer, era a fotografia possível.
"Se é de lado que queres, é de lado que vais ficar. É o que tenho." E ficou.
O resultado agradou-me. E à mãe também. Quanto a Kabir, não sei. Virou a cabeça.
Sempre que o fotografava, Kabir voltava o rosto para o lado — mas depois ardia de curiosidade para ver como tinha ficado. Olhava a fotografia durante uns segundos e voltava a virar a cabeça. Não havia nada a fazer, era a fotografia possível.
"Se é de lado que queres, é de lado que vais ficar. É o que tenho." E ficou.
O resultado agradou-me. E à mãe também. Quanto a Kabir, não sei. Virou a cabeça.

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